O licor CARINUS EST CHOCOLATE, é fruto da sábia combinação de um licor muito antigo com origem no MOSTEIRO CISTERCIENSE DE SÃO JOÃO DE TAROUCA, o CARINUS EST, deliciosas natas Portuguesas e um delicado chocolate, proveniente de cuidados grãos de cacau Brasileiro.
Este licor, é oriundo do Mosteiro Cisterciense de São João de Tarouca, segundo lendas transmitidas de boca em boca, desde tempos que alma viva não se recorda. Consta que o licor Carinus Est, era dos mais valiosos e raros elixires, que os monges possuíam, para combater os “males da peste”, e em momentos solenes, para falar mais intimamente com “Deus”. –“, “Ab imo corde laetemur”, (do fundo do coração alegremo-nos), cantavam os Monges em tom de oração quando o bebiam. Os monges cistercienses, terão oferecido o Licor Carinus Est, e este o terá bebido, a D. Afonso Henriques, 1º Rei de Portugal, para que a este não faltasse destreza na batalha contra os Mouros, onde lhes tomou a medieval vila de Trancoso. El Rei como agradecimento, por tão valiosa ajuda, terá lançado a primeira pedra na construção do 1º Mosteiro Cisterciense, em terras Lusas, hoje conhecido como Mosteiro de São João de Tarouca.
Como dizem os mais velhos, “-El Rei foi bravo em Trancoso, pelo licor que bebeu, e pelas ladainhas e os frades rezaram”Também se diz, que era a predilecção de D. Pedro Afonso, Conde de Barcelos, e senhor de Lalim. Trovador, como seu pai D. Dinis 6º Rei de Portugal. Quando bebia o licor Carinus Est, suas musas inspiradoras, eram-lhe mais prestáveis, nos seus cantos.
- Invasões francesas /
No inicio do verão de 1808, as forças de Napoleão comandadas por um dos seus Generais mais sanguinários, Loison, (o maneta), marcavam presença nos concelhos próximos ao mosteiro, pelas mortes que causavam e pelos saques que faziam a tudo que reluzisse. Com receio que o Mosteiro também fosse saqueado pelo “maneta”, e o licor carinus est, “fosse pró maneta”, os monges terão tirado o licor do mosteiro, através de um túnel que supostamente ligava o Mosteiro a Lalim, escondendo-o nessa Vila, em local secreto.
Nos dias de hoje
Após a extinção das ordens religiosas de 1834, o licor carinus est, terá caído nas mãos do povo, continuando num entanto a ser uma bebida muito preciosa e cara. O licor carinus est, dai em diante, também passou a ser tomado, como digestivo, pelas gentes mais abastadas, destas terras, que em dias de domingo ou de festa, permitiam o melhoramento das refeições, onde abusavam das carnes gordas, salgadas e fumeiros.
Nos dias de hoje, o licor Carinus est, não “cura a peste”, mas seguramente nos coloca mais íntimos de Deus, quando em deleitosos rituais o tomamos.
Produtor Douro's Flavours
(imagem meramente ilustrativa)